segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Explosão de prazer...


Devaneios da alma,

Vontades do corpo,

Desejos ardentes…

Anseio desfrutar estranhos prazeres,

Partilhar sem pudor desejos escondidos,

Saciar vontades adormecidas…


Deixa-me viver contigo esta fantasia,

Deixa-me saborear-te,

Deixa-me sentir-te dentro de mim…

Invade a minha alma,

Faz o meu corpo estremecer,

Possuí o meu espírito…


Deixa que a tua língua percorra o meu corpo,

Deixa que os teus dedos me inundem de deleite,

Provoca em mim uma explosão de prazer…

Nina da Cidade

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Sodomia



Eis que entras fundo, feroz,
Entre nádegas resistentes
E sensíveis,
De brancas carnes, ansiosas
Pelo falo erguido
Teu!

Eis que m’atormentas
(enlouqueço)
Fustigas-me, atiças-me,
E entre o lamento e o rugido
Solto o queixume
Num gemido…

Eis que (te) vens, contorcido
Entre êxtase e exaltado
Completas a cópula
E insistes
Sodomizas-me
Eu gosto, tu resistes,
E ecoa o grito final…
Lua Erótica

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Posse



Vem cá! Assim, verticalmente!
Achega-te… docemente…
Vou olhar-te… E, no teu olhar, colher promessas do que quero prometer, até à síncope do amor na alma!
Colemos as mãos, palma a palma!
A minha boca na tua, sem beijo…
Desejo-te, até o desejo se queixar que dói.
Eu sou tua, assim, como nenhum foi!



Leonor Almeida

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Libido



Semeias no meu corpo
Orquídeas vermelhas
Deslizas nas minhas coxas
Lentamente…
Toque de fruto erecto
Suave como seda pura
Morango adocicado,
Mel que escorre
Na colmeia do meu seio
Que lambuzas e abusas
Contorces num prazer insaciado
O meu suspiro dolente
Faz-te girar …
Como fera enjaulada
Sedenta de procriar
Entras em mim
Em redenção
Sussurros, gemidos, libido
Que escorre
Pela caverna do prazer…

Sou mulher!

Seda Natural

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Lânguido



Desnudas com teu olhar lânguido, o meu
Corpo ávido, atordoado em desejo
Rebolo sobre a coberta num lampejo
Ensaio uma dança embriagada pelo teu

Respirar ofegante de quem nasceu
Para o amor em forma de atropelo
Nossos corpos em êxtase, subtil duelo
Chocolate quente que se derreteu

Sob o calor de um feixe inebriado
Vais entrando docemente no meu ser
Sente-me mulher de desejo insaciado

Deslizam tuas mãos me dão prazer
Tocam no meu peito amorangado
Cresce a volúpia em cada absorver
Seda Natural

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Confissão da Rosa Genital


Dormes meu coração?

O tédio aqui é imenso e nesta hora em pensamentos lentos é no teu pénis que penso...

Sentir-te em...

Pensar nisso faz-me fome, rasga-se o desejo em mim num gomo, amor meu, mas quando é que eu te como!?

Quero-me em ti para me perder aqui!
Frémito calor, ardente de nós os dois;

No antes!... No durante!... E no depois!

Sinto teus lábios em minhas entranhas, perco-me em súplicas estranhas...
As tuas mãos ávidas descobrem meu corpo, a tua língua quente é uma maliciosa serpente...
Profundo e pérfido, desejo louco num misto prazer nos deixa feliz amor, com tão pouco...

Desejos!... Sabores!... Loucuras!

Num êxtase sinto a tua mão a vergar...
Minha boca quente, ardente, sempre a sugar!...
Gemidos são prazer, na louca vontade em tanto em mim te querer!
Sonhar-te tão dentro, sentinela hirta em cada pancada, a tua, quente e nua ...
Fazer amor contigo, fazer amor com o sentido, vem, vem cá ficar dentro em mim escondido;
A tua boca minha descoberta, o suor em tremor ... e eu toda aberta...

A lembrança do olhar dentro da tua íris a navegar, a navegar... a navegar...
Está na hora do nosso prazer terminar, vem...
Vem cá abraçar e toma-mos juntos um banho quente?

Mas antes fazemos amor novamente!...
Beijo
Da tua sempre
Rosa
(Luisa Margarida Rap)

sábado, 19 de setembro de 2009

Teus seios.. se quer, terá...



Abro tua blusa, botão por botão
Solto o teu sutiã meia taça
Que despenca, caindo no chão
Livres estão, cheios de graça

Eles despontam, impávidos
Com as mãos os massageio
Deixando teu dorso arrepiado
Quando recebe meus beijos

Febris com teu amante
Se entregam, sem resistência
Se armam com bicos rijos
Pulsando numa só cadência

Nos mamilos a língua passo
Sinto que estão a gostar
Pressiono forte com os lábios
Estás prestes a se entregar...




Rickybar

domingo, 6 de setembro de 2009

Erótica



A noite descia
como um cortinado
sobre a erva fria
do campo orvalhado.
e eu (fauno em vertigem)
a rondar em torno
do teu corpo virgem,
sonolento e morno,
pensava no lasso
tombar do desejo;
em breve, o cansaço
do último beijo...
E no modo como
sentir menos fácil
o maduro pomo
do teu corpo grácil:
ou sem lhe tocar
– de tanto o querer! –
ficar a olhar,
até o esquecer,
ou como por entre
reflexos do lago,
roçar-lhe no ventre
luarento afago;
perpassando os meus
nos teus lábios húmidos,
meu peito nos teus
brancos
seios
túmidos...



Carlos Queirós

sábado, 29 de agosto de 2009

Volúpia



Porque me encontro
Nas vestes que rasgas, cobiça
De um corpo que vais desnudando
Socalcos, sabor e dedos famintos
Engodo na minha suplica…

Volúpia, em gemidos
Uma língua deslizando
Pelo planalto do prazer
Minhas coxas a temer
Malícia de língua gulosa
Êxtase, luxúria, fogosa
Os teus lábios a trincar

Entranhas a fervilhar
Cópula em sintonia
Vestes que rasgas, bravia
Num reflexo sincronizado
Actor de amor sem pecado
Fêmea gulosa, tesão.

Entras em mim, expulsão
Um vaivém, um desatino
As vontades em turbilhão
Cavalgada em dorso nu…

Um raio que satisfaz !

Seda Natural

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Soneto do Amor



Não me peças palavras, nem baladas,
Nem expressões, nem alma… Abre-me o seio,
Deixa cair as pálpebras pesadas,
E entre os seios me apertes sem receio.

Na tua boca sob a minha, ao meio,
Nossas línguas se busquem, desvairadas…
E que os meus flancos nus vibrem no enleio
Das tuas pernas ágeis e delgadas.

E em duas bocas uma língua…, – unidos,
Nós trocaremos beijos e gemidos,
Sentindo o nosso sangue misturar-se.

Depois… – abre os teus olhos, minha amada!
Enterra-os bem nos meus; não digas nada…
Deixa a Vida exprimir-se sem disfarce!



José Régio

domingo, 16 de agosto de 2009

Ama-me!



Ama-me!
Fazes-me enlouquecer,
Meu corpo contorce-se de prazer!
Quero-te pertencer,
Sinto-me desfalecer!

Ama-me!
Descobre meu tesouro escondido,
Percorre meu corpo enlouquecido…
Vê como o puseste aquecido!
Faz-me tua, meu bandido!

Ama-me!
Sente meu coração pular,
Minha boca teu nome gritar,
Nossos corpos juntos a balançar,
E ao mesmo ritmo dançar!

Ama-me!
Esta noite e dia após dia,
Com encanto e com magia,
Como um amor que se contagia,
Faz da minha tristeza alegria!




Vera Sousa Silva

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Nossa Magia



É magia…
Quando nos amamos em perfeita sintonia.
É amor…
Quando metes na minha boca o teu sabor.
É beleza…
Quando agarras o meu corpo com toda a firmeza.
É união…
Quando me enlouqueces com tanta paixão.
É demais…
Quando me fazes gritar e desejar-te ainda mais.
É ternura…
Quando no final gritamos juntos com loucura.
És tu e eu… Juntos




Vera Sousa Silva

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

O que resta de ti

Um frémito
da ausência de ti
acordou a minha consciência.

Mais que as horas
da nossa loucura
há o desejo carnal.

Continuo ansioso por esse corpo!



GE3

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Teu Sexo eu Adoro


Quando nossos corpos se tocam
Mesmo por cima da roupa...
Sinto o calor que vem do teu corpo...
Misturando ao calor do meu...
São gotas do suor...
Gotas de quem esperou por esse momento...
Agora, as roupas vão caindo...
Revelando o sexo nervoso...
Sexo endurecido...
Sexo humedecido ...
Mãos que seguram sexo...
Mãos que penetram sexo...
Línguas que lambem...
Sexo que arrepia...
Sexos que se encontram...
Enfim...
Sexo que agasalha...
Sexo que desbrava...
Acabamos...
Me deito sobre teus pelos...
Sinto o cheiro do meu sexo,
No teu...
Sinto o teu cheiro misturado
Ao meu...
Cheiro do gozo supremo...
Cheiro do sexo...
Que eu adoro...
Zé do Neca

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Hoje fiz amor contigo

Entras-te em meu sonho
Despiste-me com o olhar
Os teus lábios encheram
Meu corpo de beijos
A tua língua brincou
Com os meus seios
As tuas mãos
Percorreram a minha pele
E agarravam a minha carne
Como se pudesse ser tua
O teu corpo...
Um convite ao meu...
Rendida... entraste em mim...
E ficámos um só...

Tália

sexta-feira, 31 de julho de 2009

A minha mão

Minha mente, tua imagem, teu carinho.
Mão agarra o membro que está durinho
Os nervos estremecem te vejo de olhos fechados
Sentindo teus beijos ainda molhados
Na minha mente sinto cair tuas calcinhas
Com força fermente agarro, vê se adivinhas.
Tuas palavras de amor estão na minha mão
Que procura escravizar todo meu tesão
Num vai vem de desespero e esperança
À direita ou esquerda até ao fim não se cansa
Misturo místico, sonho e realidade.
Teu escrever entra em imaginação
Mas não é mão, sou eu no vai bem de teu vulcão.
Oh senso da minha volúpia
Deixo-me cair, lábios em teus lábios de cereja e doçura.
Procurando no cálice de teu umbigo a loucura
Que me fazes dar gritos de prazer
Teu êxtase de gemidos perdura.
Sinto-os, mas é minha mão a fazer, bravura.
Foi loucura, demência do tesão.
Um filho do amor
Que acabo de fazer com a mão
Ficou a saudade e desilusão
Queria de verdade sentir teu corpo em erupção
Sentir-te torcer, tu me fazeres gritar.
Não ser a mão.

Armando Sousa

terça-feira, 28 de julho de 2009

Quero teu corpo


Quero teu corpo másculo
Repousando suavemente no meu
Após longas horas de amor.
Os teus beijos suaves nos meus seios,
As tuas mãos que me acariciam ainda
E me dizem o quanto me queres.
Os teus lábios dizendo meu nome,
Como se decorassem uma oração.
Tua cara colada em meu peito
Em que sentes o meu coração
Que bate, vive por te amar.
Quero sentir na pele teu toque
E as minhas vibrações,
Que são as tuas...
Quero acordar a teu lado
E ouvir-te dizer
"Bom dia amor"...


Vera Sousa Silva

quarta-feira, 22 de julho de 2009

A fome que te tenho


Ah! Se o grito se masturbasse
Num desejo de ti
E a força rítmica do meu ventre
T’abocanhasse e possuísse
Sempre que te quer,
Em fodas magistrais dos gemidos
Soltos na loucura
Da vagina húmida e inquieta...

Ah! Tivesse teu membro sempre duro
Ao dispôr dos meus desejos incontidos
E a palavra bastasse
Para te vires sempre em mim,
Nestes lençóis que partilho na noite
Ouvinte voyeur dos gritos
De prazer absoluto que guardo
Em segredo para os teus delírios...

Ah! Se nossos corpos s’amassem
Só com os poemas, e assim
Saciasse a fome que te tenho...


(Lua Erótica)

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Dois corpos nús



No calor da noite,
ele e ela!
Dois corpos nus,
unidos na paixão!
Olham-se!
Amam-se!
Corpos quentes, chão frio!
Corpos que se enrolam,
num desejo final,
num sentimento único,
numa emoção sem fim.

Ele acaricia-lhe o cabelo.
Ela sorri!
Estão felizes, beijam-se!
Ele percorre-lhe o pescoço,
sentindo o aroma do perfume que o fascina...
Agradável!
Delicioso!

Com cautela,
envolto em tentação,
encontra o vale secreto,
vale de perdição!
Quais pedras preciosas,
maçãs do pecado!
Fascinam!!!
Aperta e larga!!!
A sua língua a massajar aquela parte sensível,
aquela zona bicuda,
que lhe dá prazer!!
“Pára!!!” - diz ela.
Mas ele nem ouve!

Procura então algo mais,
sente o desejo a aumentar,
sente-a a delirar.
Não pensam!
Não páram!
Sabem que é tarde!
Ele vai ao fundo... mais em baixo!
Ah! Mais em baixo!!!
Encontra a gruta apertada,
sossegada mas agitada,
aqueles lábios inferiores,
lugar amado, conquistado!

Unem-se finalmente!
A força, firmeza e dureza dele,
e a suavidade, beleza e doçura dela.
Dois corpos gemendo!
Dois corpos vibrando!
Dois corações batendo em sintonia!
“És minha!” - diz ele.

Corpos colados
corpos molhados, mas quentes no chão frio.
Corpos que se amam,
que são tudo,
um só!
Ele e ela!


PedroBito

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Teu corpo tem cheiro de mar



Teu corpo tem cheiro de mar,
Tua boca gosto de mel,
Me embriaga com teu amar!

Mergulho no teu desejo
Não hesito,
Mergulho em teu sexo,
Que loucura,
Senti-la solta,
Excitada e molhada,
Tão dentro de ti...

Vem!
Me beija!
Adoça minha boca!

Mata meu desejo, teu desejo,
Na harmonia desse amor,
Venha ser minha melodia
Deusa do Amor!

Uma melodia,
Que a tua barba nos meus seios toca,
Pura poesia...

Uns dedos doidos,
Umas mãos endiabradas,
Uma boca louca,
Nas tuas costas molhadas...

Estaria a noite quente,
ou seriamos nós nesta dança do ventre?

Prender-te!
Beijar-te!
Gemer-te!

Nesta cama doce do desejo insano,
Porque hoje vamos juntar o sagrado com o profano!

Morethanwords & Serfeliz